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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

SOMOS 7 BILHÕES DE FILHOS DE DEUS!

Segundo os que estudam o crescimento da população em nosso planeta, hoje, dia 31 de outubro de 2011, atingiremos a marca dos sete bilhões de pessoas vivendo na terra!

Anos atrás os rumores de uma “explosão demográfica” fez com que governos e outras instituições, preocupadas com o crescimento das populações, empreendessem uma série de medidas para controlar a taxa de natalidade das nações, sobretudo dos países pobres.

Hoje, percebe-se que algumas áreas de nosso planeta estão carecendo de mão-de-obra, pois a taxa de crescimento populacional diminuiu drasticamente, como é o caso da Europa ocidental. Mesmo o Brasil tem crescido menos do que se esperava, nas previsões alarmantes feitas nos anos 70.



O certo é que as previsões e os estudos da ONU, prevêem uma população de 9,1 bilhões de pessoas em 2050. E então, diante deste quadro e destas previsões quais devem ser nossas preocupações? Será que teremos um excesso de pessoas morando em nosso planeta? Só para se ter uma idéia, se todos os 9,1 bilhões de pessoas fossem morar nos Estados Unidos, e o resto da terra ficasse despovoada, mesmo assim, a densidade demográfica dos Estados Unidos, isto é, o número de habitantes por quilometro quadrado, seria inferior à de muitas áreas metropolitanas de grandes metrópoles do mundo.

Então, parece que o problema não é de espaço para a população mundial, mas o ponto de vista que nos faz ver o desafio populacional. Do ponto de vista econômico, pela lógica da economia de mercado, preocupado, sobretudo com o lucro, teremos muito mais pessoas pobres, indesejadas e criando problemas, como a violência! Isso porque não tem dinheiro para comprar, para consumir! Na lógica da agricultura familiar, o desafio é fixar e aumentar a população do campo, promovendo uma política de reforma agrária e de incentivo aos agricultores. Diferente é a visão dos grandes grupos agropecuários que tendem sempre à monocultura e à lógica do lucro.

Muitas são as preocupações que devem ocupar a humanidade daqui para frente: políticas sociais, educação para a cidadania e a escolha de um progresso tecnológico voltado para a auto-sustentabilidade e o respeito para com a natureza.

Certamente que São Francisco pode ser redescoberto neste momento crucial da história da humanidade como um homem que soube harmonizar suas relações com o próximo e com a natureza. Essa harmonia franciscana tem sua origem numa experiência de Deus Criador de todas as coisas e Pai amoroso da humanidade e de toda Criação. Daí porque para São Francisco todas as pessoas eram tratadas como irmão e irmãs, bem como todas as criaturas da natureza.

Importa que a humanidade encontre inspiração em homens como Francisco de Assis, que seguindo as pegadas de Jesus no mistério de Sua encarnação, possa escolher a vida como dom precioso que recebemos de Deus e se torne, acima de tudo, cuidadora da vida em sua bela e misteriosa diversidade.

Comemoremos o nascimento do habitante que nos fará chegar ao número de 7 bilhões de seres humanos, sensibilizando o nosso coração, para que a exemplo de Francisco de Assis, nosso olhar cheio de simpatia para com a humanidade e tudo o que foi criado por Deus, seja o fundamento de nosso amor, de nossas preocupações, de nossos projetos e da capacidade criativa que recebemos de Deus.

Somos sete bilhões de seres humanos! Com Francisco digamos: “Louvado sejas, meu Senhor, pelos 7 bilhões de irmãos e irmãs que nos deste para amar e cuidar, e para aprendermos juntos a acolher o amor que nos revelaste em Teu Filho Jesus!"

Frei Marconi Lins, OFM

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PARA CELEBRAR E VIVER O ESPÍRITO DE ASSIS

Hoje faz 25 anos que o papa João Paulo II e líderes das principais religiões do mundo se reuniram em Assis, cidade natal de São Francisco, para rezarem pela paz. Esse encontro ficou conhecido com o nome de “Espírito de Assis”. Isso porque é impossível ir a Assis e não respirar o clima de paz e harmonia vivido e deixado por São Francisco há 800 anos. Sua experiência de conversão ao Evangelho de Jesus continua tão viva e atual que, ainda hoje, milhares de pessoas pelo mundo afora continuam encontrando no pobrezinho de Assis motivação para buscarem uma convivência fraterna não só entre as pessoas, mas com toda a criação.

Francisco, filho de Pedro Bernardone, rico comerciante de tecidos finos de Assis, contrariando os planos de seu pai, quis viver radicalmente o Evangelho de Jesus. Começou a ser diferente e a viver pobremente, enquanto restaurava algumas capelas em ruínas em sua cidade. Seus amigos eram os pobres e os leprosos; sua alegria era viver e falar do Evangelho com quem encontrava.

De fato, não pode existir paz onde o coração busca a felicidade no poder, no dinheiro e nos interesses egoístas. A paz só existe no coração e na vida de quem se preocupa com a felicidade e o bem-estar do seu próximo e sabe conviver harmoniosamente com todos os seres criados por Deus.

Francisco de Assis encontrou no Evangelho de Jesus o caminho único e verdadeiro capaz de dar sentido à vida da humanidade, garantindo a paz e o bem que Deus quer para todos os seus filhos e filhas. Francisco aprendeu com Jesus de Nazaré a verdadeira sabedoria. Francisco ouvia atento e obediente o ensinamento de Jesus no Evangelho: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me” (Mt 19, 21). Foi o que fez Francisco!

Francisco de Assis encontrou a paz no Evangelho de Jesus com o qual aprendeu que nada nos pertence, nem a própria vida. Só Deus é dono de tudo, e a vida só tem sentido quando nos sentimos felizes em sermos administradores do que a Deus pertence. Por isso Francisco queria que seus frades vivessem sem nada de próprio e se contentassem em ter o que comer e vestir.Talvez seja difícil para nós hoje compreender a opção radical de Francisco de Assis, no entanto, percebemos que ele é um exemplo a ser imitado.

Hoje o papa Bento XVI estará em Assis para rezar pela paz com homens e mulheres de boa vontade, que acreditam e lutam pela paz. Não importa a diferença de raça, língua, religião ou cultura. O que importa é que se acredite e se busque a paz, não como uma palavra vazia, mas com tudo o que ela implica de compromisso com o bem comum: justiça, solidariedade e perdão.

Prepare seu coração e motive sua família para celebrar hoje, amanhã e todos os dias, o “Espírito de Assis”! Escolha um gesto concreto que manifeste seu compromisso com a paz mundial. Talvez o gesto seja estar mais atento à vida de sua família ou então perdoar alguém com quem você cortou o diálogo... O que importa é que esse dia seja celebrado e que seja alimentado pela luz da esperança.

Estejamos unidos ao papa Bento XVI que passará o dia em Assis, junto com um numeroso grupo de representante de igrejas cristãs e de outras religiões, para celebrar a “Jornada de reflexão, diálogo e oração pela paz e a justiça no mundo”.

A paz é dom de Deus para toda a humanidade: Ele quer a felicidade e o bem estar de seus filhos e filhas! Mas tudo o que Ele nos deu e quer para nós, passa necessariamente por nossa maneira de viver, de nos relacionar e de construir hoje, o futuro da humanidade neste planeta terra que é nossa casa comum.

“Senhor vos dê a Paz!” “Paz e Bem!” (São Francisco).

Frei Marconi Lins, OFM
Ministro Provincial

UM ENCONTRO MEMORÁVEL: O DIÁLOGO DE FRANCISCO DE ASSIS COM O SULTÃO

Sultão: Estou um pouco surpreso que você tenha passado pela frente de batalha para encontrar-se comigo, santo homem. Francisco: Eu também estou surpreso em vê-lo, senhor sultão, - eu achava que iria sofrer o destino dos mártires.
Sultão: Eu lhe asseguro que isso não estava fora de questão! Francisco: E o Martírio tem custo elevado!
Sultão: Infelizmente, nós dois temos uma longa tradição de mártires. Porém, eu aprendi que o martírio nunca é uma virtude em si mesmo.
Francisco: É verdade. Meus irmãos têm tentado convencer você e seu povo há mais de cinco anos a desistir de sua resistência e se entregar à fé em Jesus Cristo. Em Marrocos, três anos atrás, alguns pagaram o preço do martírio.
Sultão: Pelo que ouvi, foram muito insistentes em querer converter os marroquinos. Eles instigaram o povo que prontamente facilitou o martírio que buscavam.
Francisco: Certo - é esse o ponto. Mártires raramente tem a possibilidade de ter uma longa e sincera conversa com os seus adversários. Se eles dialogassem uns com os outros e aprendessem a respeitar um ao outro, talvez o martírio se transformasse em coisa do passado. Sultão: Então você veio para dialogar?
Francisco: Eu não vejo outra maneira de chegar a um entendimento, não é verdade?
Sultão: Mas, além de tentar converter um ao outro à verdadeira fé, o que temos mais para dialogar?
Francisco: No meu mundo, a tua fama de sabedoria é reconhecida. Estudastes entre nós, és amigo do nosso imperador, tens uma sede profunda pelo conhecimento e pela verdade. Estou seguro que posso aprender muita coisa.
Sultão: Então você veio para aprender e não para ensinar?
Francisco: Existe por acaso um professor melhor do que aquele que sabe como aprender e não só como ensinar?
Sultão: Para um homem tão pequeno, você tem igualmente alguma experiência de sabedoria! Francisco: Eu não estou tão seguro disto. Quando estava chegando aqui, eu trazia mil perguntas em minha cabeça: por que seus soldados foram tão gentis comigo; porque você me deixou passar por cada ponto de controle; porque seus homens faziam pausas para oração durante nosso caminhar para dentro do acampamento; porque estão sempre com essas contas entre os dedos; porque se curvam a mim com reverência; porque sua fé parece tão genuína? Sultão: Sim, sim, eu entendo: você tem um monte de questões a responder.
Francisco: Sim, é bem isso o que estou fazendo. No meu entendimento, uma pessoa sem questões a responder é uma pessoa com os olhos fechados.
Sultão: Eu sempre pensei que, pelo contrário, vocês cristãos tinham todas as respostas, embora, é claro, nós dois sabemos como é difícil lidar com os fanáticos!
Francisco: Eu ouso dizer que sua resposta mostra sinais de humildade - uma virtude que eu aprecio muito.
Sultão: Ambos estamos lutando para defender nossas terras sagradas da profanação. O problema é que vocês acreditam que as estamos profanando neste exato momento, e ficamos indignados com o pensamento de que vocês podem conquistá-las e profaná-las ainda mais! A batalha continua! Teoricamente, dispomos de recursos suficientes, de dinheiro e ódio, para continuar esta batalha, matando um após o outro até que não tenhamos mais ninguém, somente você e eu aqui de pé. Nesse ponto, quem ganharia?
Francisco: Que proveito há em ganhar?
Sultão: Se eu ganhar, então vou ter certeza de que Deus será louvado e que todas as pessoas vão adorar somente a Ele.
Francisco: Obviamente, então, você não quer a paz – somente a vitória.
Sultão: E qual é a diferença? Se conseguirmos por fim a esta fratricídio medonho, se pararmos esse massacre sem sentido, vamos, então, finalmente ter paz.
Francisco: Mas senhor sultão, você não pode, em seu perfeito juízo, acreditar que a paz é tão simples como a conquista da vitória - como se houvesse um momento em que não existiria mais conflitos? Sua "vitória" só iria trazer mais ódio e a vingança continuaria - não a paz. Você sabe que nem a vitória e nem a paz podem acontecer quando somente um lado “supostamente” "ganha".
Sultão: Eu estou diante de um inimigo maior do que eu imaginava!
Francisco: Estás somente diante de um irmão.
Sultão: Se somente pudéssemos agir a partir do conhecimento de pertencermos ao mesmo Criador! Se somente pudéssemos ver um ao outro através dos olhos daquele que é o único Grande e Santo.
Francisco: Agora tua fala começa a fazer sentido. Finalmente paraste de falar sobre vencedores e decidistes falar sobre a realidade.
Sultão: Realidade? O sangue derramado que eu vejo todos os dias é real. Ele vem dos filhos, dos maridos e dos tios de pessoas reais. Mesmo que antes da morte os seus pensamentos tenham sido de raiva ou de ódio ou de justiça, eu posso assegurar-te que os pensamentos finais não foram nenhum desses. Com a vida se esvaindo, certamente elas devem ter pensado: "A que custo?" Realidade é uma palavra que é proibida no campo de batalha. Se pensarmos na realidade, não estaríamos massacrando uns aos outros nessas trincheiras do inferno. Estaríamos todos em nossas casas, com aqueles que amamos, na segurança que tanto prezamos. Francisco: Segurança que é somente precária e enganosa, com o perdão da palavra, Sultão. Segurança para quê? De quê? Por quanto tempo? Se não estamos em paz com nosso Deus e não conhecemos a sabedoria do amor ao próximo - todos os nossos próximos - nunca teremos a segurança que vem somente do amor a ambos - Deus e o próximo. Estranhamente, eu descobri que a segurança só vem quando eu não estou “seguro” - quando eu vivo e sirvo aos outros através daquilo que o outro precisa e necessita em mim.
Sultão: Há algo muito profundo neste teu altruísmo! Quando será que a nossa consciência crescerá suficientemente de tal modo que agiremos com o fim de evitar a miséria humana ao invés de vingá-la?
Francisco: Eu vejo, pelo menos, que você e eu temos algo em comum: manter Deus fora dessa guerra medonha, feita em nome do Todo Poderoso! Pelo menos agora nós estamos falando sobre a paz real.
Sultão: e a vitória real.
Francisco: Alguém pode ganhar se nosso Deus sair perdendo?
Sultão: E pode Deus reivindicar vitória, quando seus filhos e filhas são assassinados em agonia? Francisco: Veja! Então você tem perguntas também! Se apenas o nosso mundo tivesse a coragem de viver as suas questões. Eu sei que você reconhece o meu Senhor e Mestre como um grande profeta, e eu sei que você pode apreciar suas santas Palavras quando Ele diz que – somente quando morremos para nós mesmos podemos viver para Deus e para o próximo, somente quando a semente cai na terra e morre é que ela cresce e produz frutos, caso contrário, é apenas um grão de trigo – fadado a permanecer no chão sem produzir nada. Sultão: É quando o grão morre que ele realmente nasce - para uma vida acima do solo. Francisco: Sim. O amor não morreu na cruz - ele simplesmente optou por não revidar a violência - e deu à luz um amor que nunca morre.
Sultão: Um amor verdadeiro e eterno - o amor do Criador.
Francisco: Falando sobre o Criador, conforme o ensinamento, “PAZ “ não é um dos nomes de Deus?
Sultão: Realmente! E de fato nosso sincero diálogo está me ajudando a acreditar que a paz é possível. Por isso, louvemos a Deus!
Francisco: Sultão, eu sou um pobre coitado. Não tenho nada para lhe oferecer, excepto a minha sincera honestidade.
Sultão: Então, eu lhe agradeço com toda a humildade. Se eu não tivesse permitido que você viesse hoje ao meu encontro, eu nunca teria compreendido quão valoroso pode ser um cristão.
Francisco: Quem pode imaginar o que podemos descobrir quando nos abrimos sinceramente ao diálogo?
Sultão: E o que significa isso senão um pôr-se a caminho na estrada dos mistérios de Deus - sempre mais do que nós pensamos ser possível e sempre menos do que presumimos. Francisco: Sim! Nosso Bom Deus é misterioso e majestoso! O louvor vem tão facilmente nos lábios daqueles que reconhecem a complexidade e ao mesmo tempo a simplicidade do nosso Deus.
Sultão: Realmente! Vamos louvar juntos o nosso bom e misericordioso Deus:

Juntos, Francisco e o sultão rezaram:


Vós sois o único Deus que faz maravilhas.

Vós sois o amor, a caridade; a sabedoria, a humildade, a paciência, a beleza, a mansidão, a segurança e o repouso.
Vós sois o benevolente, o Justo, o suave.
Sois o infinitamente bom, que a tudo perdoa. Sois a Providência, a Generosidade, o Amor.
Todo o louvor é vosso, ò Misericordioso e Compassivo Deus.
Vós sois nossa alegria; nossa esperança.
Sois a justiça, a moderação; nossa suficiência.
Vós sois o protetor; nosso guardião e defensor.

Sois a Verdade, o forte, o doador da vida, o restaurador.

Vós sois O Magnífico, O Eterno, O Todo-Poderoso, O Santo.

Todo o louvor é vosso, ò Misericordioso e Compassivo Deus.
Sois a Luz, sois o Guia, tudo vês.
Sois a força, a fé, a caridade e toda a doçura; sois nossa vida eterna.

Todo o louvor é vosso, ò Misericordioso e Compassivo Deus.

Vós sois o bom, todo o bem, ò Altíssimo; Deus grande e maravilhoso,
Vós sois O Magnífico, O Eterno, O Todo-Poderoso, O Santo, Amém.



(Texto preparado por Kathy Warren, OSF e João Petrekovic, OFM Cap)
Veja mais material sobre o Espírito de Assis em: http://spiritodiassisi.wordpress.com/portugues/

ESPECIAL: CELEBRAÇÃO DO ESPÍRITO DE ASSIS

Os Filhos de Abraão


Judeus, cristãos e muçulmanos consideram Abraão como pai na fé, e uma multidão de seus filhos e filhas estão em seu colo no ícone. Durante séculos os “filhos de Abraão” se odiaram e se mataram uns aos outros. Hoje, devemos aprender a entrar em diálogo respeitoso ou enfrentar a possibilidade de destruição global. Esforcemo-nos em ser verdadeiros filhos e filhas de Abraão enquanto comemoramos o 25 º aniversário do Espírito de Assis.


O ícone foi criado por Frei Robert Lentz, OFM, e distribuído pela Trinity Stores (Lojas Trindade).








São Francisco e o sultão


Em 1219, durante a 5ª Cruzada, São Francisco viajou para o Egito a fim de promover a paz entre muçulmanos e cristãos. Ele não teve sucesso, porém conseguiu falar com o sultão Malek al-Kamil. Através de um diálogo honesto, eles aprenderam um com o outro e passaram a se respeitar. O encontro deles é um paradigma para o Diálogo Inter-Religioso em nosso próprio tempo, e uma inspiração para todos nós no 25 º aniversário do Espírito de Assis.


O ícone foi criado por Frei Robert Lentz, OFM, e distribuído pela Trinity Stores (Lojas Trindade).




O ESPÍRITO DE ASSIS, 25° ANIVERSÁRIO (27 DE OUTUBRO DE 1986 – 27 DE OUTUBRO DE 2011)

PAZ
  • Não existe uma estrada para a paz, a estrada é a paz (Mahatma Gandhi)
  • A nossa viagem para a paz começa hoje e todo dia. Cada passo é uma oração, cada passo é uma meditação, cada passo construirá uma ponte. Ainda – de novo – estamos caminhando (Moha Ghosananada)
  • Todo aquele que hoje é meu amigo, esteja em paz; todo aquele que é meu inimigo esteja também ele em paz (Veda)
  • O sábio que busca o bem e conquistou a paz, ...assim ele ama toda criatura vivente (Suttanipata)
  • Se teu inimigo se inclina para a paz, inclina-te também tu em direção à paz e tendes confiança em Deus (Corão, Sura 8,61)
  • Ó grande Espírito, eu levanto meu cachimbo, sinal de paz, em tua direção, na direção dos teus mensageiros e na direção da Mãe Terra (Da oração de Assis de 1986, feita pelos Índios da América)
  • Deus onipotente, Tu és a pedra angular da Paz. Vós, espíritos e antepassados, dêem-nos a paz (Da oração de Assis de 1986, de tradição africana)
  • Deus de bondade, uni todos os seres humanos: estabelece a paz suprema (Bahaullàh di Fede Baha`i)

  • DIÁLOGO
Sejam unidos, faleis em harmonia Que os nossas mentes aprendam em modo semelhante A conclusão da nossa assembléia seja compartilhada por todos a solução dos nossos problemas seja comum as nossas deliberações sejam adotadas por unanimidade Na mesma linha sejam os nossos sentimentos em relação aos outros seres Os nossos corações fiquem unidos, as nossas intenções sejam comuns. (Oração hindu, extraída do Upanishads)

  • Ó humanidade! Nós te criamos de um único casal, um homem e uma mulher, e te transformamos em nações e em tribos para que possas conhecer-ti (Não para que ti desprezes reciprocamente). (Corão, Sura XLIX, v 13)
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