quarta-feira, 23 de abril de 2014

FALECEU EM SALVADOR/BA, FREI FRANCISCO JOSÉ GOEDDE, OFM


Noticiamos o falecimento do Frei Francisco José Goedde, OFM (84 anos) nesta manhã de quarta-feira no hospital Hospital Eládio Lassèrre em Salvador – BA. Seu nome de Batismo é Franz Josef nascido em 02.01.1930 na cidade de Rietberg na Alemanha, seus pais o Sr. Ernst e Maria Brochsnieder. Ingressou na Ordem dos Frades Menores em 17.10.1948, fez sua primeira profissão religiosa em 15.11.1949, sua profissão definitiva em 08.12.1952, ordenou-se sacerdote em 10.07.1955. 

Frei Francisco Chegou ao Brasil ainda jovem vindo da Alemanha como Missionário Franciscano e desempenhou diversas frentes pastorais em nosso território provincial especialmente em Olinda, Cairú, Maceió, Aracajú e Salvador. 

A celebração das exéquias será as 09h desta quinta-feira (24/04) na Igreja São Francisco e o sepultamento logo em seguida no cemitério no Bairro Baixa de Quintas em Salvador – BA.

Fonte: http://fradesofm.blogspot.com.br/2014/04/pascoa-definitiva-do-frei-francisco.html

segunda-feira, 21 de abril de 2014

FALECEU EM SALVADOR/BA, FREI FERNANDO MACIEL, OFM

Faleceu nesta madrugada de segunda-feira 21 de abril às 00h03min no Hospital Geral do Estado da Bahia, Frei Fernando Maciel de Freitas, OFM que tinha por nome de Batismo, Sebastião. Natural de Lagoa do Juvenal distrito de Maranguape – CE, nascido em 08/06/1927 estava com 87 anos de idade, seus pais o Sr. José e Sra. Matilde Maciel. Ingressou na Ordem dos Frades Menores em 10/02/1953 fez seus votos temporários em 10/09/1957 e sua profissão solene em 10/09/1960. Frei Fernando era Frade Franciscano de opção laical. 

Desenvolveu seu trabalho pastoral em diversas realidades de nossa província tais como; sacristão e acolhimentos dos que chegavam a nossos conventos. Atuou durante muito tempo como enfermeiro cuidando dos frades mais debilitados. Atualmente morava na Fraternidade São Francisco em Salvador- BA. Tinha completado 61 anos de vida religiosa. Era exemplo de oração, piedade e acolhimentos para os fiéis que chegavam toda terça-feira para receber a benção de Antônio como é costume em nossa Igreja Conventual São Francisco. 

A celebração das exéquias será às 14h deste dia 21 de abril na Igreja São Francisco, e em seguida o sepultamento no cemitério da Baixa de quintas em Salvador – BA.

Fonte: http://webradiosantoantonio.com/

domingo, 20 de abril de 2014

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A PÁSCOA


O Papa Francisco, dirigindo Urbi et Orbi (à Cidade de Roma e ao mundo inteiro), da varanda central da basílica de São Pedro, deixou a sua mensagem pascal, em que tomou como ponto de partida o anúncio do anjo às mulheres perante o sepulcro aberto: “Ressuscitou! Vinde e vede!” 


«Christus surrexit, venite et videte». 

Amados irmãos e irmãs, boa Páscoa! 

Ressoa na Igreja espalhada por todo o mundo o anúncio do anjo às mulheres: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado; não está aqui, pois ressuscitou (…). Vinde, vede o lugar onde jazia» (Mt 28,5-6). 

Este é o ponto culminante do Evangelho, é a Boa Nova por excelência: Jesus, o crucificado, ressuscitou!Este acontecimento está na base da nossa fé e da nossa esperança: se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja via esgotar-se o seu ímpeto, porque dali partiu e sempre parte de novo. A mensagem que os cristãos levam ao mundo é esta: Jesus, o Amor encarnado, morreu na cruz pelos nossos pecados, mas Deus Pai ressuscitou-O e fê-Lo Senhor da vida e da morte. Em Jesus, o Amor triunfou sobre o ódio, a misericórdia sobre o pecado, o bem sobre o mal, a verdade sobre a mentira, a vida sobre a morte. 

Por isso, nós dizemos a todos: «Vinde e vede». Em cada situação humana, marcada pela fragilidade, o pecado e a morte, a Boa Nova não é apenas uma palavra, mas é um testemunho de amor gratuito e fiel:é sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, é permanecer junto de quem a vida feriu, é partilhar com quem não tem o necessário, é ficar ao lado de quem está doente,é idoso ou excluído… «Vinde e vede»: o Amor é mais forte, o Amor dá vida, o Amor faz florescera esperança no deserto. Com esta jubilosa certeza no coração, hoje voltamo-nos para Vós, Senhor ressuscitado! 

Ajudai-nos a procurar-Vos para que todos possamos encontrar-Vos, saber que temos um Pai e não nos sentimos órfãos; que podemos amar-Vos e adorar-Vos. 

Ajudai-nos a vencer a chaga da fome, agravada pelos conflitos e por um desperdício imenso de que muitas vezes somos cúmplices. 

Tornai-nos capazes de proteger os indefesos??, sobretudo as crianças, as mulheres e os idosos, por vezes objeto de exploração e de abandono. 

Fazei que possamos cuidar dos irmãos atingidos pela epidemia de ébola na Guiné Conacri, Serra Leoa e Libéria, e daqueles que são afetados por tantas outras doenças, que se difundem também pela negligência e a pobreza extrema. 

Consolai quantos hoje não podem celebrar a Páscoa com os seus entes queridos porque foram arrancados injustamente dos seus carinhos, como as numerosas pessoas, sacerdotes e leigos, que foram sequestradas em diferentes partes do mundo. 

Confortai aqueles que deixaram as suas terras e migrando para lugares onde possam esperar um futuro melhor, viver a própria vida com dignidade e, não raro, professar livremente a sua fé. Pedimo-Vos, Jesus glorioso, que façais cessar toda a guerra, toda a hostilidade grande ou pequena, antiga ou recente! 

Suplicamo-Vos, em particular, pela Síria, para que quantos sofrem as consequências do conflito possam receber a ajuda humanitária necessária e as partes em causa cessem de usar a força para semear morte, sobretudo contra a população inerme, mas tenham a audácia de negociar a paz, há tanto tempo esperada. 

Pedimo-Vos que conforteis as vítimas das violências fratricidas no Iraque e sustenteis as esperanças suscitadas pela retomada das negociações entre israelitas e palestinianos. 

Imploramo-Vos que se ponha fim aos combates na República Centro-Africana e que cessem os hediondos ataques terroristas em algumas zonas da Nigéria e as violências no Sudão do Sul. 

Pedimos-Vos que os ânimos se inclinem para a reconciliação e a concórdia fraterna na Venezuela. 

Pela vossa Ressurreição, que este ano celebramos juntamente com as Igrejas que seguem o calendário juliano, vos pedimos que ilumine e inspire as iniciativas de pacificação na Ucrânia, para que todas as partes interessadas, apoiadas pela Comunidade internacional, possam empreender todo esforço para impedir a violência e construir, num espírito de unidade e diálogo, o futuro do País. 

Pedimo-Vos, Senhor, por todos os povos da terra:Vós que vencestes a morte, dai-nos a vossa vida, dai-nos a vossa paz! 


Mensagem de Páscoa e Bênção Urbi et Orbi 
Papa Francisco no Balcão Central da Basílica de São Pedro 
Domingo, 20 de abril de 2014 - 

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=57409#sthash.f9BVF6Br.dpuf

sábado, 19 de abril de 2014

VIGÍLIA PASCAL

A Vigília Pascal 

Frei Alberto Beckhäuser 

A vigília pascal constitui o âmago de todo o Ano Litúrgico. É considerada a mãe de todas as Vigílias. Aliás, toda a Ação pastoral da Quaresma deveria ter como meta a participação na Vigília pascal. Não basta dizê-lo aos fiéis. Será preciso os Pastores irem mostrando sua grande riqueza. 

Nesta noite santa, a Igreja não celebra apenas a Páscoa de Jesus Cristo. Celebra também a páscoa dos cristãos, seus membros. 

A festa pascal é festa batismal. A Igreja dá à luz novos filhos pela fé e pelo Batismo e, após a penitência quaresmal, renova a própria Aliança batismal, para participar mais intensamente da Ceia pascal do Cordeiro imolado e glorioso. Entre nós, a páscoa é enriquecida pela Campanha da Fraternidade. Por ela se realizou uma experiência pascal da Comunidade eclesial. 

Fundamentalmente se trata da celebração da vida renovada em Cristo ressuscitado. Tudo fala de vida e de felicidade. As diversas etapas da vigília fazem com que a vida divina penetre a Comunidade celebrante. 

A abertura é feita pela celebração da luz, que brota da pedra virgem, simbolizando Jesus Cristo, Luz do mundo. Ela vai dissipando as trevas para iluminar a todos os presentes. Eleva-se, então, o grande louvor à luz no canto do Exultet. 

A Liturgia da Palavra torna presente a Palavra criadora de Deus na criação, na formação de um povo, no Cristo ressuscitado, na Igreja hoje, renovando a Aliança de Deus com a humanidade. 

Segue a Liturgia sacramental. Nesta noite, ela abrange os três sacramentos da Iniciação cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia. 

Cada sacramento é significado por um símbolo de vida, animado pela ação do Espírito Santo. 

A ação de graças sobre a água batismal comemora a ação criadora e libertadora de Deus através da história da Salvação, evocada na celebração da Palavra. O óleo do Crisma, consagrado na Missa da manhã, é usado no sacramento da Confirmação, simbolizando a presença e a ação do Espírito Santo na nova criação, inaugurada na vida da Igreja. 

E o ponto alto da celebração é a Eucaristia, ação de graças por excelência, celebração da nova Páscoa de Cristo participada pela Igreja. A vida que nasce no Batismo e é animada pelo Espírito alimenta-se na mesa do Cordeiro pascal. Os cristãos dão testemunho da Morte e Ressurreição do Senhor Jesus e comprometem-se a ser vida, corpo dado e sangue derramado numa vida de ação de graças a Deus e ao próximo. Assim, inaugura-se um novo céu e uma nova terra. 

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=54849#sthash.Zk2WAreJ.dpuf

sexta-feira, 18 de abril de 2014

SEXTA-FEIRA SANTA


Celebração da Paixão do Senhor 

Frei Alberto Beckhäuser 

Enquanto o Esposo dorme, a esposa se cala. Assim, na Sexta-feira Santa e no Sábado Santo, a igreja não celebra os Sacramentos. Debruça-se totalmente sobre o sacrifício da Cruz por meio de uma Celebração da Palavra de Deus. Neste dia, a Liturgia deseja beber diretamente da fonte. Abre a celebração num gesto de humildade. Os ministros prostram-se em silêncio diante do altar e, em seguida, o Presidente, sem mais, diz a oração do dia. 

Segue-se a Liturgia da Palavra, onde se destaca a proclamação da Paixão de Jesus Cristo segundo João (Jo 18,1-19,42). Nela aparece o Cristo Senhor, o Cristo Rei, o Cristo vitorioso que vai comandando os diversos passos da Paixão. Entrega-se livremente, faz os guardas caírem por terra e, depois de tudo consumado, entrega o espírito ao Pai. Na morte ele é glorificado. Submete-se à morte para deixar-nos o exemplo de reconhecimento de nossa condição humana de criaturas mortais. Na Liturgia da Palavra, a Igreja curva-se sobre o mistério da Cruz. 

A resposta é dada em três momentos. Temos, primeiramente, a Oração universal, realmente ecumênica. A Igreja pede que a fonte de graças que jorra da Cruz atinja a todos, Vai, então, alargando suas intenções. Reza pelo Papa, os bispos e todo o clero, os leigos e os catecúmenos; pela unidade dos cristãos, pelos judeus, pelos que não crêem em Cristo, pelos que não crêem em Deus, mas manifestam boa vontade, pelos poderes públicos, por todos que sofrem provações. 

Tendo acolhido a todos no amor reconciliador de Cristo, a Igreja enaltece a árvore da vida, que floriu e deu fruto, restituindo o paraíso à humanidade. É o ritoo da glorificação e adoração da Cruz, seguido do ósculo. 

Finalmente, ela se atreve a comer do fruto da árvore, o Pão vivo descido do céu, a sagrada Comunhão como prolongamento da Missa da Ceia do Senhor. 

Neste dia não há rito de bênção e envio. Cada participante é convidado a permanecer com Maria junto ao sepulcro, meditando a Paixão e Morte do Senhor até que, após a solene Vigília em que espera a ressurreição, se entregue às alegrias da Páscoa, que transbordarão por cinqüenta dias. 

Na Liturgia das Horas e na piedade popular tem início a comemoração da Sepultura do Senhor. Temos o Descendimento da Cruz, seguido da Procissão do Senhor morto, na esperança da ressurreição. Na Liturgia das Horas, merece especial atenção a leitura patrística, em que se narra o enternecedor diálogo entre Cristo, que desceu à mansão dos mortos, e Adão.

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=54845

quinta-feira, 17 de abril de 2014

QUINTA-FEIRA SANTA


A Ceia Pascal 

Se a Última Ceia de Jesus foi a ceia da Páscoa, como dizem os três primeiros evangelistas, por que a Igreja a celebra antes da Páscoa? É que a páscoa judaica não cai no mesmo dia que a nossa. A páscoa judaica pode cair em qualquer dia da semana, conforme a posição da lua. Assim, na Quinta-Feira Santa, Jesus consumiu, com os discípulos, a páscoa judaica (descrita na 1ª leitura). 

 Nesta ocasião, instituiu a Ceia Eucarística, em memória de sua morte (2ª leitura); e, no início dessa refeição, lavou os pés de seus discípulos, em sinal e exemplo do dom da própria vida (evangelho de hoje). Aliás, o evangelista João nem menciona o momento da Eucaristia, porque a Eucaristia significa comunhão com Jesus, e esta comunhão se expressa maravilhosamente pelo gesto do lava-pés: deixar-se lavar por Jesus, aceitar que Jesus seja nosso servo, que não só lava nossos pés, mas dá sua vida por nós. Por isso, queremos servir os nossos irmãos… O lava-pés é a Eucaristia na vida! Segundo os primeiros evangelistas, a Última Ceia foi a ceia da páscoa judaica, que comemorava o êxodo dos hebreus do Egito, terra de escravidão. Jesus quis celebrar essa ceia, mas ao mesmo tempo a transformou, colocando-se livremente como escravo dos seus irmãos! E fez disso a sua “passagem” para junto de Deus! 

Ora, esta passagem de Jesus se manifesta na ressurreição, no terceiro dia a partir de hoje, que vai ser para nós, cristãos, a data de nova Páscoa, em que celebramos a nossa libertação. Hoje celebramos Jesus na imagem do cordeiro pascal do A.T., cujo sangue preservou os hebreus do castigo que Deus fez descer sobre os egípcios para que deixassem ir os israelitas. Já não celebramos a páscoa na data judaica, pois Jesus transformou-lhe o sentido. Mas continuamos celebrando o nosso Cordeiro pascal, cujo sangue nos salva; este, porém, não foi sacrificado como um animal sem inteligência, mas porque quis livremente servir-nos no amor até o fim. 

 Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=54839
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